terça-feira, 15 de maio de 2012

2022?..!!..???



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Reitores prevêemque fatia orçamental do Estado não suba até 2022
terça-feira, 15-05-2012
Diário Económico
Este ano, a dotação orçamental para as universidades sofreu um corte de 8,5%.

O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP),António Rendas, prevê que a fatia do Orçamento do Estado para as universidades não vai subir nos próximos dez anos, ou seja, até 2022. Um cenário que não é animador para as instituições de ensino superior que sofreram, este ano, um corte de 8,5% na sua dotação orçamental.
Por isso mesmo, a “grande exigência orçamental” que a actual crise financeira e económica trouxe implica que as universidades não possam perder as suas capacidades de gerar receitas”, sublinha António Rendas. O também reitor da Universidade Nova falou durante o encerramento do seminário sobre a autonomia universitária portuguesa no contexto europeu, organizado pelo CRUP e pela Associação de Universidades Europeias (EUA), que decorreu ontem em Lisboa.
No que diz respeito à autonomia universitária, Rendas, frisou ainda que Portugal está a meio da tabela europeia em vários campos, como é o caso da autonomia académica, e na primeira metade da tabela quanto à autonomia financeira. Além disso, o presidente do CRUP disse que num cenário futuro é garantido que as “universidades em todo o mundo vão mudar” e o modelo da instituição de ensino superior “isolada e desinserida da sociedade” está condenado. A actual crise, em seu entender, veio ainda “destapar” que foi acontecendo ao longo dos anos, e que em Portugal começou em 2007, e houve uma maior abertura à participação de pessoas fora do meio académico.
Três anos depois de se iniciar a transformação, contudo, chegou a crise e as restrições que impôs a nível financeiro. Mas Rendas defendeu ainda que o futuro do ensino superior passa pelo maior intercâmbio entre universidades e empresas, que considera politicamente mais correcto” num país como Portugal, apesar do “longo caminho” que ainda há para percorrer nesse objectivo. Isto porque, confessou o reitor, “fico muito preocupado quando vejo grandes empresas a criar quase universidades ou estruturas de formação”. 


The Honourable Schoolboy

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